COVID-19: a importância de ter um plano B

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Num momento em que estamos ainda a vivenciar o crescimento acelerado do COVID-19, torna-se clara a necessidade urgente de algum tipo de apoio que possa nos ajudar a ultrapassar tamanho impacto económico e social que este vírus pode ter para a sociedade global.

Embora,  poucas medidas possam ser tomadas diante desta pandemia – recentemente declarada pela Organização Mundial da Saúde – além de evitar o contacto com os outros tanto quanto possível, podemos fazer tudo ao nosso alcance para estar preparados para o que o futuro em termos financeiros.

 Ao estar alguns passos à frente, é possível evitar ou minimizar os danos causados em suas finanças reflexo da crise na economia mundial causada pelo COVID-19.

Declínio económico motivado pelo COVID-19

Provavelmente já ouviu falar sobre os estragos  que o COVID-19 está  provocando, à medida que se espalha para mais e mais territórios. Por este vírus estar a limitar a atividade produtiva de tantas nações, assim, fazendo com que as reservas sejam postas em causa, as perspectivas de crescimento económico futuro são tudo menos boas. Como o PIB dos países afetados vai sofrer com estes meses de quarentena?

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) afirmou que, se a situação persistir e piorar, o crescimento económico global poderá ser ainda mais afetado, ficando reduzido a metade. Essa organização ainda estima que a Europa passará por uma recessão, especialmente considerando que há pouco tempo –há exatos 12 anos – estava envolvida na grave crise económica de 2008.

Além disso, o próprio Wall Street também sentiu as consequências da crise, uma vez que a bolsa caiu 5,87%, em 11 de março de 2020. E a América Latina não será exceção: especialistas afirmam já que as nações mais afetadas serão as que mais se vão expor ao vírus. Embora, para já, haja menos diagnósticos na América Latina, os números continuam a aumentar: no Brasil, por exemplo, já são 200 infetados; enquanto, no Chile, 155 já foram registados. E os números aumentam diariamente.

Sem dúvida alguma que o golpe mais forte está a ser sentido na indústria da aviação, que, de acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA),terá perdas de mais de US$ 110 milhões, devido à dramática queda no tráfego aéreo. Há duas semanas, a quantidade estimada era muito menos, o que prova de fafto a rapidez com que o vírus evolui e o impacto que terá na economia. No geral, estima-se que o setor turístico tenha uma perda demais de US$70 milhões.

Enquanto os Governos estão a implementar medidas tanto para retardar a expansão do COVID-19 quanto para tentar conter o impacto financeiro –por exemplo, o Banco Central dos EUA está oferecer juros nulos– com o objetivo de tentar segurar a economia global, pois este é um vírus extremamente contagioso que requer quarentenas nacionais, colocando centenas de milhões de pessoas paradas em casa.

 

Embora existam poucas medidas que possamos tomar em face dessa pandemia – recentemente declarada pela Organização Mundial da Saúde -, além de evitar o contato com outros seres humanos, tanto quanto possível, podemos fazer tudo ao nosso alcance para preparado para o que o futuro reserva em termos financeiros.

Como é possível se preparar para uma situação como esta?

Há pouco que pode ser feito neste momento. Apenas é possível agora obedecer às direções governamentais, que consistem em ficar em casa e evitar o contacto humano. No entanto, na esfera financeira existem três pontos-chave que poderá encontrar –mesmo remotamente– para estabelecer um plano B contra cenários semelhantes futuros, maximizando assim a proteção dos seus ativos ao máximo.

Ter um plano B é crucial porque permite agir com antecedência. Esperar até ao último momento para reagir não permitirá que consiga proteger os seus bens. É por isso que é crucial que tome medidas a tempo: nunca saberemos quando virá a próxima crise, é algo imprevisível, como aconteceu com esta pandemia mundial. Você precisa de estar preparado.

Então, como é possível ficar preparado? O primeiro factor é a diversificação do capital. Ou seja, investir em mercados diferentes, ao invés de esperar que apenas um investimento seja capaz de enfrentar e recuperar-se rapidamente de uma crise económica específica.

Embora seja uma excelente opção comprar imóveis, nesta situação é aconselhável investir em ouro porque é um ativo que consegue ficar acima das principais moedas. É o ativo que depende menos de determinados países, decisões ou situações,tornando-o menos volátil do que, por exemplo, títulos públicos ou ações, por exemplo.

Em segundo lugar, é importante proteger o capital gerado. Isto é alcançável ao abrir contas bancárias offshore em jurisdições que oferecem benefícios para estrangeiros. Por exemplo, ao ter uma conta bancária no Panamá, evitará pagar impostos sob transações que são auferidas do exterior, ao mesmo tempo que desfruta de um dos sistemas bancários mais confiáveis e respeitáveis do mundo, com pouca intervenção do Governo.

Porém,  não é aconselhável contar com um banco ou com um Governo. É, por isso mesmo, essencial que uma parte do seu capital esteja em dinheiro. É uma proteção de emergência crucial e uma das maneiras mais fáceis de manter o valor do seu dinheiro. Porque é tão útil durante emergências? Representa um nível de liquidez muito maior do que outros ativos, como imóveis, ou seja, é imediato.

Finalmente, é crucial garantir que mantenha liberdade económica e social também. Uma forma de alcançar ambos os resultados é através da participação em programas de cidadania por investimento. Pois tais projetos garantem benefícios fiscais e legais, como a obtenção de um segundo passaporte, que permitirá que se mova perfeitamente de um país para outro, sem restrições.

Certifique-se de que tem mais do que uma solução para ganhar dinheiro, economizar e investir. Isso é o que lhe garantirá ter um seguro, perante estas flutuações. A ideia é evitar que os Governos tenham acesso ao seu dinheiro ou, pior, serem forçados a limitar o seu acesso a este, como aconteceu na Grécia,em 2008.

No Mundo Offshore, uma das nossas jurisdições preferidas é Vanuatu. As entidades responsáveis pelo sistema bancário são muito cuidadosas a quem dão empréstimos ou que permitem fazer investimentos. Desta forma, o que seu setor bancário apresenta um excelente histórico, sem quedas financeiras ou problemas de liquidez.

Em geral, é um país que está longe dos possíveis colapsos na Europa e na América, tanto a níveis geográficos, políticos ou financeiros. Até ao momento, ainda não há casos confirmados de COVID-19 em Vanuatu.

Poderá encontrar mais informações sobre todos os programas de cidadania, através de serviços bancários e de investimento, ao seguir este link.

No Mundo Offshore preocupamo-nos consigo e o seu futuro próspero. Sabemos o quanto é importante nos prepararmos para circunstâncias como esta. Por isso mesmo, queremos oferecer-lhe o nosso total apoio na criação do seu plano B. Entre em contacto connosco o mais rápido possível, não há tempo a perder.

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