Os seus bens estão protegidos da desaceleração económica global?

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Por: Lazaro J. Mur, Esq.

Alerta! Notícias para empreendedores globais: Nove (9) países-chave estão à beira da recessão, levando a receios de que os EUA possam seguir o mesmo caminho.

Como o seu negócio será afetado?

Os seus ativos pessoais estão protegidos deste negócio e da crise económica?

PARTE III

Argentina: a Argentina está em crise. Já está em recessão e parece estar a piorar. Na última segunda-feira, 12 de agosto, o mercado de ações argentino caiu quase 50%, o segundo maior colapso num dia de que qualquer outra nação experienciou, desde 1950. O país está a passar por uma inflação acelerada, quando os preços dispararam e o Presidente Mauricio Macri foi derrotado nas eleições primárias do país. Os investidores temem que a Argentina não possa pagar as suas dívidas, e os argentinos da classe média temem que não possam pagar produtos de uso diário, já que o valor do peso argentino continua a cair, especialmente em relação ao dólar americano.

Singapura: A nação asiática informou na terça-feira que a sua economia contraiu 3,3 por cento, no segundo trimestre, uma forte reversão do crescimento de mais de 3 por cento, no primeiro trimestre. Singapura acusou a guerra comercial entre os EUA e a China provocando vários dos seus problemas, já que a sua economia é fortemente dependente das exportações. Muitos economistas observam Singapura e a Coreia do Sul como fortes indicadores do que está para vir na economia global, porque esses países negociam com tantos outros, especialmente a China e os Estados Unidos.

Coreia do Sul: A Coreia do Sul conseguiu evitar uma recessão no primeiro semestre do ano- por muito pouco. A economia sul-coreana encolheu 0,4 por cento no primeiro trimestre, mas subiu 1,1 por cento no segundo trimestre, um desempenho melhor do que o esperado, que muitos especialistas não acreditam que vá durar por muito tempo. O Japão e a Coreia do Sul estão também no meio de uma guerra comercial que deve reduzir o crescimento e dificultar a venda de equipamentos eletrónicos e carros para a Coreia do Sul. O banco central sul-coreano baixou as taxas de juros, mas não está claro que isso será suficiente. As exportações de eletrónicos caíram cerca de 20% nos últimos meses, e as exportações de semicondutores caíram mais de 30%, de acordo com o ING.

Seus bens pessoais estão realmente protegidos contra essa recessão econômica e comercial?

 

Rússia: Um instituto económico russo anunciou na semana passada que a Rússia poderia estar em recessão até o final do ano, depois de crescer uns modestos 0,7%, no primeiro semestre de 2019. A Rússia tem enfrentado dificuldades desde 2014, quando os preços do petróleo baixaram e outras nações aplicaram sanções, por causa das ações militares russas na Ucrânia. A Rússia tem trabalhado para proteger a sua economia, tanto quanto possível das sanções do Governo dos EUA, limitando acordos com os Estados Unidos e negociando em dólares americanos, mas isso significou uma maior dependência da China, que agora está a desacelerar. A Rússia também tentou aumentar as suas reservas de caixa do Governo, o que deixou pouco dinheiro para um estímulo.

A economia dos Estados Unidos é principalmente uma economia de serviços, que alimenta a procura doméstica, o que disponibiliza algum isolamento em relação aos problemas no exterior. Mas há limites para esse isolamento. À medida que outros países vacilam, os investidores globais estão a comprar cada vez mais títulos do Tesouro dos EUA, fazendo com que a curva de juros se inverta nos Estados Unidos, um sinal de aviso de recessão, lembrando também que existem formas de transbordamento do pânico no exterior.

“Há potencial para uma recessão nos EUA, não por causa da própria curva de juros, mas por causa da loucura da política comercial e dos danos que está a causar”, revelou Ian Shepherdson, economista-chefe da Pantheon Macroeconomics.

Então aqui está a questão de fundo. Agora é a hora de proteger os seus ativos pessoais contra os riscos de negócios resultantes de uma crise económica.

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Este artigo é cortesia de Lázaro J. Mur, Esq., Assessor Jurídico da Mundo Offshore e especialista em residência fiscal e estruturas financeiras nos Estados Unidos.

 

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